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Isto foi o que andei a experimentar (Creme de pastinaca)

Gosto muito de acompanhar os episódios do Masterchef Australia (mesmo quando os repetem). Num deles, a concorrente Emelia Jackson fez uma sopa de pastinaca que me pareceu deliciosa. Já tinha ouvido falar desta raiz mas nunca a tinha consumido. Um destes dias estava num supermercado e encontrei as ditas cujas. Devo dizer que não achei nada barato (também porque eram biológicas) mas decidi trazer porque gosto de experimentar novos sabores. Estas raízes são consumidas geralmente cozidas, fritas ou assadas, embora também possam ser consumidas cruas. O seu valor nutricional é excelente.
A receita adaptei da original da Emelia (aqui), até porque não tinha alguns dos ingredientes. Fiz muito pouca quantidade, não fosse detestar o sabor. Mas não, fiquei agradavelmente surpreendida, o sabor é maravilhoso, óptimo para surpreender os convidados num jantar especial. E para dar a volta ao preço, quem sabe se não as consigo cultivar no meu jardim-horta.
 
Creme de pastinaca (para 2 pessoas)
 
- 1 pastinaca
- 1 alho francês pequeno (apenas a parte branca)
- 1 cebola pequena
- 2 dentes de alho
- caldo de legumes ou galinha (usei água)
- 25ml de natas 
- pedaços de bacon (opcional)
- 1 ramo de cebolinho (usei salsa)
- azeite
- sal

Descasquem e cortem a pastinaca, a cebola, o alho e o alho francês em pedaços pequenos. Coloquem tudo num tacho e refoguem ligeiramente até a cebola ficar translúcida. Temperem com sal. Adicionem o caldo ou a água, apenas o suficiente para cobrir os legumes. Deixem cozinhar cerca de 10 a 15 minutos.  Findo esse tempo, retirem do lume, juntem as natas e triturem tudo com uma varinha mágica ou num liquificador. Poderão acrescentar um pouco de água se necessário. Por cima deitem os bocadinhos de bacon previamente fritos numa frigideira (não precisam de colocar gordura porque o bacon já tem suficiente) e o cebolinho ou a salsa.

E por aí, que receita experimentaram este fim-de-semana?

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Comentários

  1. Não conhecia essa raiz, nem de nome nem tão pouco alguma vez a vi. Mas tal como tu, também gosto de experimentar sabores novos :)

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    1. O sabor é adocicado e há momentos em que faz lembrar a noz. E eu que nem simpatizo muito com a noz, adorei este creme.

      Bjs

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  2. Ai gosto tanto!!
    O nome tradicional português é cherovia e é muito comun da zona da Beira Baixa....e é tão dificil de encontrar fora de lá! :( E de cultivar também...lá na horta já tentámos mas sem grande sucesso...
    Curiosamente nunca a comi em sopa, mas deve ser delicioso!! :))

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Quando pesquisei sobre a raiz, aparecia muito esse nome (cherovia). Para tentar cultivar, primeiro tenho que encontrar sementes. Vamos ver no que dá.

      Como costumas consumir?

      Bjs

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    2. Bem parecia...deu-lhe um soluço :)
      Ora então dizia eu...
      Adoro-as fritas passadas em ovo e farinha....mas há muito que cortei os fritos da alimentação, como cozidas como se fosse batata ou cenoura (acho que é da mesma família destas)...
      Lembrei-me que também devem ficar deliciosas no forno, como as batatas "fritas falsas"...tenho de experimentar! :)
      Fique curiosa com este teu creme, nunca comi assim. Quando as conseguir encontrar pelo Porto vou experimentar!
      Beijinhos

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  3. Eu adoro cherovia! Comi pela primeira vez há uns, num restaurante na Beira Baixa, zona onde se encontra essa raiz com facilidade. Costumo comprar num mercado biológico, a uns produtores da zona de Tondela. É deliciosa em sopas, assada e frita. Já experimentei e fica mesmo bom! O teu creme ficou com um aspecto fantástico!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ainda tenho algumas. Acho que para a próxima vou experimentar assada, para todos experimentarmos.

      Bjs

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