Sobre micróbios

abril 24, 2012 Anabela (Aproveitar a Vida) 7 Comentários


Um dia destes estive a ver um documentário sobre micróbios (cá em casa é habitual ver-se documentários e séries no computador após as notícias por isso, raramente vemos novelas e programas de entretenimento para lá de estúpidos). Explicava-se muita coisa sobre os ditos cujos mas também se faziam testes para mostrar onde é que eles existem em maior quantidade. Foi muito interessante principalmente porque já coloco em prática alguma coisas que ajudam a diminuir a quantidade dos desgraçados. Deixo-vos algumas dicas mesmo muito importantes:

  • Se ainda não fizerem isto...façam!
  • Abram o autoclismo com a tampa da sanita para baixo; (MUITO IMPORTANTE)
  • Deixem a cama arejar mais dos uns míseros minutos de manhã. Acreditem, a saúde é prioritária em relação à organização;
  • Sempre que mudarem a cama, não o façam assim que tiram os lençóis sujos. Se possível, deixem arejar um dia inteiro e façam-na só à noite. Cá em casa faço isto e abro as janelas do quarto o dia todo (se não estiver a chover, claro) para o colchão apanhar bastante corrente de ar;
  • Evitem descongelar alimentos à temperatura ambiente. Sempre que possível, façam-no no frigorífico de um dia para o outro. Passei a fazer isto assim que introduzi (inicialmente) o menu semanal e melhorei ainda mais desde que passei a fazer o menu mensal (mais aqui e aqui);
  • Sempre que tossirem ou espirrarem, tapem a boca com o braço e não com a mão (lembram-se das recomendações aquando da gripe A?)

Poderá também gostar destes artigos

7 comentários:

  1. Interessante a dica da escova... desconhecia!

    ResponderEliminar
  2. Olá Anabela,
    foi por causa do teu post que comecei a deixar as escovas viradas para baixo com água+água oxigenada.
    E, também como tu, devido à elaboração de ementas, deixo a comida a descongelar dentro do frigorífico. Assim que acabo de arrumar a cozinha, tiro a refeição do dia seguinte para dentro de um tupperware e ponho no frigo.
    Beijinhos

    ResponderEliminar
  3. A propósito da dica da tampa da sanita, um dia também estava a ver um programa do género e desde então que guardo o copo e escova de dentes num armário (em vez de ficar em cima do lavatório). É que os ditos cujos, conseguem saltar a uma distância aproximada de 1m. Imagina onde alguns se alojam...

    ResponderEliminar
  4. Olá Anabela,
    As casas de banho são locais óbvios, mas as cozinhas também não lhes ficam muito atrás- na minha opinião. O pior mesmo são os locais públicos onde não se podem evitar puxadores, interruptores e teclas. Blarghhh!!!

    Bjs

    ResponderEliminar
  5. "O micróbio não é nada, o terreno é tudo":

    Excerto desse artigo:

    'Micróbios: Qual o verdadeiro papel dos micróbios na nossa vida?' 24/07/2007

    "Os parasitas se aproveitam do nosso alimento e do nosso sangue, por isso são nossos inimigos.
    Os micróbios, conforme nos afirma M. Lazaeta Acharan, fazem um trabalho de limpeza dentro do corpo humano, devorando matérias estragadas, auxiliando a digestão e absorção de matérias nutritivas por parte do sangue.
    Mais adiante ainda ele nos afirma que sem micróbios é impossível a vida vegetal ou animal e que toda infecção microbiana é fruto de matéria estragada e temperatura elevada em nosso corpo.
    E estas infecções desaparecerão se refrescarmos o interior do ventre do doente e cuidarmos que a pele, os rins e os intestinos funcionem bem, eliminando impurezas do organismo. Também Louis Pasteur, no fim de sua vida, afirmou que o micróbio não é problema, mas sim o terreno impuro, próprio para surgirem as infecções.

    Adelle Davis narra em um livro seu uma experiência realizada nos EUA, para provar que os micróbios não são os verdadeiros causadores das doenças; a experiência foi a seguinte: um pedaço de terra foi adubado unicamente com matéria orgânica, em seguida foi semeada uma pastagem de boa qualidade. Quando a pastagem estava bem desenvolvida, soltaram sobre ela vários cavalos novos de raças diferentes; depois que estes animais estavam bem nutridos, injetaram neles doses de micróbios virulentos. Porém, para surpresa dos pesquisadores, quando depois de muitos dias examinaram o sangue dos cavalos, não encontraram mais estas bactérias e os animais continuavam fortes. Como se explica isto? O povo tem umditado muito vulgar para explicar: "praga de urubu magro não mata cavalo gordo".

    Para ler na íntegra em: http://foradomanual.blogspot.com/2012/01/o-microbio-nao-e-nada-o-terreno-e-tudo.html

    ResponderEliminar
  6. Eu ja sabia disso tudo por isso não me fez a diferença

    ResponderEliminar
  7. Nao fez tanta diferença ja sabia disso

    ResponderEliminar